Oficinas e comunicações orais: dê o play e veja como foi!

Na manhã desta quinta-feira (18), aconteceram as oficinas e comunicações orais do VII Se²pin. Foram momentos de integração e muito aprendizado.

As 17 oficinas possuíam caráter mais prático e contaram com temas como feminismo e defesa pessoal, por exemplo.

Já as comunicações orais foram apresentações dos postêres com debates.

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Comunicações orais encerram manhã do terceiro dia (18/10) de Se²pin

A divulgação dos resultados de projetos de pesquisas e dos relatos de extensão por meio de comunicação oral é a forma mais tradicional de participação em eventos científicos e, por isso, para muitos estudantes, é o reconhecimento de um amplo e exaustivo trabalho de muitos meses ou anos.

Na foto, estudante de Paranavaí que apresentou comunicação oral na área de Química
A comunicação é a forma mais tradicional de participação em eventos científicos. Geovane foi um dos estudantes que apresentou seu projeto

Geovane Aparecido Ramos da Silva, estudante de licenciatura em Química, do Campus Paranavaí, é um exemplo. Ele apresentou a pesquisa “Controle de Qualidade de Fármacos Anti-hipertensivos que compõem a lista básica de medicamentos da rede pública de saúde: uma necessidade”, que é seu trabalho de conclusão de curso – ele vai defender daqui a alguns dias. Continue lendo Comunicações orais encerram manhã do terceiro dia (18/10) de Se²pin

Robôs estimulam a convivência de alunos do IFPR

Presente em vários eventos do IFPR, os protótipos da robótica sempre fazem sucesso. Não foi diferente na sétima edição do Se²pin, que contou com a competição, nesta quinta-feira (18), nas modalidades Seguidor de Linha Pro e Júnior, Sumô de 500g e 1kg e Resgate. Foram um total de 32 robôs de 11 campi: Assis Chateaubriand, Astorga, Campo Largo, Colombo, Foz do Iguaçu, Irati, Jaguariaíva, Londrina, Palmas, Paranaguá, Telêmaco Borba.

Mas a importância desses robôs vai além da presença nos eventos. Continue lendo Robôs estimulam a convivência de alunos do IFPR

Oficinas do Se²pin buscam integrar temática do evento às atividades

Danças, performances cênicas, dinâmicas coletivas, rodas de conversa. Teve de tudo  nas oficinas realizadas no Se²pin, na manhã desta quinta-feira (18). Ao todo, foram 17 atividades práticas, envolvendo participantes de todos os campi do Instituto Federal do Paraná (IFPR).

Estudantes seguram tecido colorido em oficina promovida no Se²pin
Teve de tudo nas oficinas realizadas no Se²pin

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Atividades corporais são destaque nas oficinas

Muitas das oficinas ofertadas nesta sétima edição do Se²pin trataram do corpo em diversas manifestações. A dança esteve muito presente, com oferta de quatro oficinas. Dentre as mais concorridas, “A dança como instrumento de empoderamento”, do Campus Telêmaco Borba, colocou todos, meninos e meninas, para suar e movimentar o corpo em sequências coreográficas.

Em uma perspectiva mais livre e espontânea, “Corpos Homo[AFETIVOS]”,  da professora Bárbara Lamounier, do Campus Jacarezinho, propôs exercícios corporais de reconhecimento, tanto individuais como coletivos, integrando diferentes corpos e percepções de movimento, gerando uma performance que emergiu a partir da interação entre os participantes. “Eu venho pensando o corpo como um lugar libertário e múltiplo, um corpo de muitas ações, e que não cabe num padrão também dado como héteronormativo das relações. E eu trabalho o corpo pensando em um corpo que se toca, um toque mais do sutil do afeto, do mais simples ao revolucionário, também pensando no corpo afetivo que é o estar do mão dada, e como isso gera violência na sociedade;  e eu quis trazer essa discussão para o Se²pin”. A proposição de Bárbara entende o corpo do adolescente como moldado – “dentro de cadeiras e carteiras”  e, simultaneamente, como são livres e espontâneos.

Sala em que foi realizada a oficina de teatro narrado tinha véus e tecidos coloridos em sua decoração
A produção do espaço, com véus coloridos e tecidos, foi um diferencial

A experimentação também foi a tônica de outra proposta, da professora Carine Xavier, do Campus Colombo. Sua oficina “Teatro Narrado. Mulheres em Cena, um despertar para narrativas de matriz afro-brasileira” foi fruto de sua pesquisa de mestrado com líderes quilombolas de uma comunidade em Palmas. Na oficina, Carine contou essas narrativas não registradas, incentivou que eles compartilhassem histórias positivas e encerrou com uma experiência de teatralização livre em grupos. A produção do espaço também foi um diferencial da oficina usando véus coloridos e tecidos como elementos cênicos.

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